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BIBLOS

Literatura de Viagens

Um dos legados mais importantes dos Descobrimentos Portugueses é, sem dúvida, a volumosa produção literária daí resultante, a qual tem sido designada por literatura de viagens.

Trata-se de um extenso conjunto de obras que, longe de ser homogéneo, encerra os mais diversos aspectos directamente relacionados com as navegações portuguesas do século XV até às primeiras décadas do século XVII, bem como a apreensão dos novos espaços, gentes e culturas contactados. Numa tentativa de compreensão e racionalização dos «mundos» descobertos, a escrita surge como um suporte de fixação, organização e divulgação das novas realidades experimentadas e vividas pelos viajantes portugueses, dando origem a um novo quadro cultural que rompe definitivamente com o horizonte mental da Europa medieval.

O MAR NOS LIVROS

Tratado da Esfera

A obra de Sacrobosco mais divulgada, o Tratado da Esfera, foi o compêndio de astronomia e cosmografia mais usado do século XII ao século XVII. Tratava-se de um manual para uso de estudantes, das classes mais ligadas ao quadrivium, contendo as definições, já bastante difundidas, da esfera celeste, dos pólos e eixo do mundo, tal como a sua forma; os vários círculos traçados na esfera celeste – horizonte, meridiano, verticais – usados na astronomia; o nascimento e ocaso dos astros; a desigualdade dos dias e das noites e as sua variações com a latitude e a época do ano; os movimentos dos planetas segundo as ideias de Ptolomeu; as causas dos eclipses do Sol e da Lua. O sucesso do manual deveu-se, essencialmente, à forma como os assuntos estavam redigidos, de maneira concisa e simples, acessível não só a uma população universitária que não parava de crescer, como também podiam ser usados por quem tivesse o mínimo de escolarização.

SUGESTÃO DE LEITURA

Lisboa à beira Tejo 1860 | 2010

Lisboa à beira Tejo, com organização e coordenação de José Sarmento de Matos, dá a conhecer a relação da cidade com o rio num manancial constante de surpresas que alimentam a diferença lisboeta. A atracção pelos aspectos peculiares dessa coabitação criativa ganhou especial enfoque com a disseminação da fotografia, na segunda metade do século XIX, prendendo ao sabor do acaso a pluralidade de facetas que fizeram o dia-a-dia desse universo ribeirinho em mutação permanente.

BIBLOS

Embarcações Tradicionais Portuguesas

Catálogo editado no seguimento da exposição com o mesmo nome, realizada em 2002 no Centro Cultural da Nazaré, numa organização do Museu Dr. Joaquim Manso e da Câmara Municipal da Nazaré, com a colaboração do construtor naval António Luís Júnior, da Câmara Municipal de Ílhavo, da Câmara Municipal de Leiria, da Câmara Municipal de Olhão, da Associação de Municípios do Oeste, da Palhota Viva/VEC UDV e com colecções do Museu Dr. Joaquim Manso, Museu Municipal de Olhão, Museu Marítimo de Ilhavo, Museu Etnográfico do Porto, Casa Museu do Pescador da Nazaré e mais particulares.

BIBLOS

Nazaré: Memórias de uma Praia de Banhos

Reúne informação inédita sobre as práticas balneares da Nazaré entre finais do século XIX e os anos 1960, resultado de uma investigação desenvolvida pelo Museu, de entrevistas junto de veraneantes, banheiros, antigos banheiros e seus familiares, e da recolha de objectos junto da comunidade e de outras instituições museológicas.

BIBLOS

O Traje do Litoral Português

Catálogo editado no seguimento da exposição com o mesmo nome, realizada em 2003 numa organização do Museu Dr. Joaquim Manso e da Câmara Municipal da Nazaré, com colaboração da Associação de Municípios do Oeste e com coleções do Museu Municipal de Caminha, Museu de Etnografia e História da Póvoa do Varzim, Museu Etnográfico do Trajo Algarvio, Museu Etnológico do Porto e da Casa Museu do Pescador da Nazaré e particulares.

BIBLOS

Construção Naval Tradicional: O Fim do Império. Mar - Espaço - Tempo

Catálogo da exposição “Mar – Espaço – Tempo”, organizada pelo Museu Dr. Joaquim Manso, inserida numa outra mais vasta e intitulada “Construção Naval Tradicional: O Fim do Império”.
Este evento, dedicado ao mar – fonte de inspiração, de vida, de força, cor, ritmo, movimento e aventura, mas também de dor e sofrimento, alegria e riqueza –, teve como objetivo propor novos desafios através do cruzamento de saberes tradicionais com novas tecnologias e conhecimentos, incluindo trabalhos realizados pelos artistas plásticos Carmo Pólvora e Victor Belém.

SUGESTÃO DE LEITURA

Terminal de Cruzeiros de Leixões

O porto do Douro foi durante séculos ponto de passagem de grandes fluxos de gentes e de mercadorias. As dificuldades que sempre se tinham verificado na entrada e saída da navegação veleira agravou-se a partir do século XIX com o aparecimento dos grandes vapores e da crescente vaga de emigrantes, facto que contribui para que se tivesse avançado para a construção de um novo porto que viria a nascer em Leixões.

SUGESTÃO DE LEITURA

«A Menina do Mar», de Sophia de Mello Breyner Andresen

«A Menina do Mar» é o primeiro conto de Sophia para a infância e foi editado, pela primeira vez, em 1958.
Tendo a praia como cenário, este conto revela-nos uma história de amizade entre um rapaz e a Menina do Mar. Cada um vive no seu mundo, o rapaz na terra e a menina no mar, mas a curiosidade de ambos leva-os a querer partilhar essas diferenças: a menina fica a saber o que é o amor, a saudade e a alegria; o rapaz aceita viver com ela no fundo do mar.

SUGESTÃO DE LEITURA

Mar Morto, de Jorge Amado

Nenhum outro livro sintetizou tão bem quanto Mar morto o mundo vibrante do cais de Salvador, com a rica mitologia em torno de Iemanjá, a rainha do mar. Personagens como o jovem mestre de saveiro Guma parecem prisioneiros de um destino traçado há muitas gerações: o dos homens que saem para o mar e que um dia serão levados por Iemanjá, deixando mulher e filhos a esperar, resignados.

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APP lança vídeo “Journey to the center of the world”

 Poesia pelo Porto de Leixões

 

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