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Paragem de Fernão Magalhães no Brasil foi «ilegal», diz historiador

A escala do navegador Fernão de Magalhães no Brasil há 500 anos foi “ilegal”, à margem do estipulado pelo Tratado de Tordesilhas, e o facto de dela existirem poucos relatos deve-se à tentativa de evitar, à época, problemas diplomáticos, disse à Lusa o historiador brasileiro Samuel Pereira, coordenador do Grupo de Estudos de Trabalho Afro-Indígena (GETAI) no Cabo de Santo Agostinho, onde Magalhães aportou. A armada espanhola, explicou, só começou a fazer registos oficiais após o Rio da Prata, entre o Uruguai e a Argentina.

D. Manuel quis prender Fernão de Magalhães para evitar viagem de circum-navegação

O investigador José Manuel Garcia considerou, em entrevista à Lusa, que a primeira viagem de circum-navegação iniciada por Fernão de Magalhães foi feita contra a vontade do rei D. Manuel I, que enviou inclusive uma expedição para tentar detê-lo.

"A viagem foi feita contra a vontade do rei português, porque Fernão de Magalhães quis oferecer as Molucas [um arquipélago que faz parte da Indonésia, a norte de Timor, situado entre a ilha de Celebes e a Papua-Nova Guiné] ao imperador Carlos V [Carlos I de Espanha], propondo-lhe e dizendo-lhe que as Molucas lhe pertenciam, e não ao rei D. Manuel", assinalou.

O mapa de Fernão de Magalhães

Em 1517 Fernão de Magalhães chegou a Sevilha, com uma irrecusável proposta para o rei Carlos I de Espanha, futuro Imperador Carlos V do Sacro Império Romano-Germânico: demonstrar que as cobiçadas Ilhas de Maluco (as actuais Molucas), fonte do valioso cravo, se encontravam do lado espanhol do mundo, de acordo com os termos do Tratado de Tordesilhas, e que poderiam ser alcançadas navegando para ocidente.

FERNÃO DE MAGALHÃES

Raízes de um soldado e aventureiro

Talvez a maior polémica em torno de Fernão de Magalhães, na forma como em Portugal é evocado, seja a que se relaciona com o lugar onde ele nasceu. Tem isso alguma importância quando o que nos interessa é o que ele fez enquanto militar e navegador? Absolutamente nenhuma, mas, quando vemos o assunto sob as perspetivas dos poderes locais da atualidade, o caso muda substancialmente de figura. Muitas consultas online, por exemplo, darão como certo que o navegador nasceu em Sabrosa, no distrito de Vila Real, mas, se alguma certeza há a respeito do berço de Magalhães é esta: ele não nasceu em Sabrosa nem lá perto. E quando nasceu? Também não se sabe, estima-se que foi por volta de 1480. Certo é que morreu no dia 27 de abril de 1521, em Mactan, nas Filipinas. E que era sábado.

ESTA SEXTA-FEIRA, DIA 20

MINISTRA DO MAR PARTICIPA NAS COMEMORAÇÕES DOS 500 ANOS DA CIRCUM-NAVEGAÇÃO

No âmbito das Comemorações dos 500 anos da Circum-navegação, a Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, participará na segunda reunião da Comissão Nacional das Comemorações do V Centenário da Circum-Navegação.
A reunião servirá para se fazer um balanço das ações realizadas e projetar as ações futuras. No final estão previstas declarações à imprensa.
 

A nau, navio-emblema da expansão

As influências técnicas nórdicas (da coca) e mediterrânicas (carracas) foram determinantes no progresso da construção naval portuguesa. Depois de as galés serem navios predominantes nos primeiros tempos da nacionalidade, a referida combinação de influências resultou no surgimento de navios de maior tonelagem e, entre os séculos XV e XVII, resultou nos modelos que, definitivamente, marcaram o progresso da expansão ibérica: as caravelas, naus e galeões e outros navios destes derivados.

VIAJANDO PELA HISTÓRIA

Quando a Armada britânica foi corrida à pedrada na praia da Rocha

O cheiro das uvas e dos figos maduros —​ no tempo em que o Algarve não tinha ainda sido descoberto pelos turistas — entrava pela praia da Rocha adentro e punha os banhistas de nariz no ar. No século XX, pelos finais da monarquia — conta o escritor e antigo Presidente da República Portuguesa, Manuel Teixeira Gomes — os marujos da Armada britânica, em manobras pela zona, resolveram meter o dente na fruta alheia. Saíram-se mal da aventura. Um grupo de cabreiros armados com fundas correu com os invasores à pedrada. A batalha deu-se lá para as bandas da praia do Vau, onde o ex-Presidente da República Mário Soares tinha a sua casa de férias.

A 20 DE SETEMBRO, EM LISBOA

Fórum «500 Anos de Circum-navegação. Uma Viagem pelo Legado de Magalhães»

Sexta-feira, dia 20 de Setembro, pelas 17h, realiza-se no Museu de Marinha o Fórum “500 Anos de Circum-navegação. Uma Viagem pelo Legado de Magalhães”.

Destaque, ainda, para o restante conjunto de iniciativas que visam assinalar a data de início da viagem de Fernão de Magalhães, no âmbito do Programa de Comemorações do quinto centenário da Circum-navegação (2019-2022).

Descoberto em Ílhavo primeiro sítio pré-histórico subaquático do país

Uma equipa de arqueólogos descobriu vestígios de uma mancha de ocupação ou possível acampamento do neolítico a cerca de dois metros de profundidade na Ria de Aveiro, em Ílhavo.
"Temos estado a apanhar algumas surpresas valentes. O neolítico não estávamos à espera e muito menos no sítio onde está", avança Tiago Fraga, diretor científico da equipa de arqueólogos, sobre os vestígios daquele que será o primeiro sítio pré-histórico subaquático do país.
 

21 DE SETEMBRO, MUSEU MARÍTIMO DE ÍLHAVO

Visitas à Bolina: Ferramentas de Construção Naval

Em Setembro, o destaque das Visitas à Bolina são as ferramentas de construção naval. Uma vez por mês convidam-se todos a visitar o Museu Marítimo de Ílhavo através do olhar de um mediador, que dará a conhecer um pouco melhor as coleções expostas, sala a sala. Ao longo da visita, dá-se destaque a uma peça, coleção ou parte do edifício, numa descoberta conjunta entre visitantes e guia.

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APP lança vídeo “Journey to the center of the world”

 Poesia pelo Porto de Leixões

 

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 NRP Sagres Volta ao Mundo 2010

 Se calha a sorte para a Armada…

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 Arte xávega ou companhas das artes – Praia de Mira

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 Portos da CPLP reunidos em Cabo Verde

Portos da CPLP reunidos em Cabo Verde

Cidade de S. Vicente, Cabo Verde, 30 de Setembro/1 de Outubro de 2010

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