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POR LUÍS MIGUEL CORREIA

Reprivatização dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo

Há que explicar ao País como é que uma oportunidade de ouro de relançar a actividade dos ENVC com o reequipamento da Marinha de Guerra Portuguesa se traduziu até agora em apenas um navio entregue pelo dobro do preço inicial, o NRP VIANA DO CASTELO; há que explicar aos contribuintes os meandros do contrato de construção dos dois navios de passageiros para o Governo Regional dos Açores (...)

CONTROVÉRSIAS DOS MARES - POR LUÍS SOUSA

O Tribunal Internacional do Direito do Mar (Parte 2)

O papel entregue ao Tribunal Internacional do Direito do Mar (TIDM), alinhado com a visão geral que presidiu à constituição de um ordenamento jurídico respeitante aos oceanos, objetiva a regulação dos espaços marinhos, sua utilização e recursos, garantindo que os conflitos decorrentes da defesa de diferentes interesses por parte dos diversos estados membro, é conseguida de forma pacífica por meios judiciais e arbitrais.

NICOLAU SANTOS

Exportar mais e melhor

Quando Portugal aderiu à então Comunidade Económica Europeia, em 1 de Janeiro de 1986, o peso das exportações no Produto Interno Bruto (PIB) rondava os 30%. Vinte e seis anos depois, apesar de nos considerarmos uma pequena economia muito aberta ao exterior, o rácio não se alterou profundamente e estará agora na casa dos 34%.

POR CATARINA CARVALHO

O mar. Distância ou oportunidade?

Sempre achei estranho como, nos Açores, as terras vivem de costas viradas para o mar. Não estou a falar das pessoas. Estou a falar das próprias terras. É claro que as terras são feitas – construídas e não só – pelas pessoas. Mas quando as suas escolhas e decisões se sedimentam em terras já se pode dar-lhes um sentido mais lato, não apenas individual mas histórico… ou sociológico, ou antropológico. Como queiram.

MIGUEL ESTEVES CARDOSO

Também é preciso conservar as conservas portuguesas e a melhor maneira de conservá-las é comê-las

Os enlatados têm má fama porquê? É um preconceito antiquado que data da nossa adesão ao mundo maravilhoso dos congelados. Mesmo os produtos que se congelam melhor (ervilhas, framboesas) são melhores, mais baratos e mais amigos do ambiente nas boas versões enlatadas.

PEDRO MARQUES LOPES

Mar e mar

Foi a nossa incapacidade de criar um futuro próspero para nós e para as nossas famílias que nos arrastou para os vários mares. Não soubemos tomar conta dos nossos, expulsámos os melhores de nós, e eles construíram nessas terras distantes o que gostavam de ter construído aqui.

POR LUÍS SOUSA

Serviços de Valor Acrescentado nos Portos

A visão de um porto como uma “caixa negra” onde as mercadorias transitam do modo de transporte marítimo para os modos terrestres, há muito que não se coaduna com as exigências dos modelos de produção resultantes da globalização económica, em relação às suas cadeias de abastecimento.
Portos que apenas asseguravam carga e descarga de navios, fazem parte de um passado caracterizado pela completa falta de competitividade do sistema de transportes, o que necessariamente contagia de forma muito negativa o desenvolvimento da economia.

ADRIANO MOREIRA

A maritimidade

Tendo presentes as debilidades do Estado Português, é necessário acrescentar o risco de a gestão dos recursos vivos da Zona Económica Exclusiva transitar para a Comissão Europeia. Tudo ponderado, é certamente possível que uma atitude de desistência ou descaso leve a minimizar a narrativa de heróis do mar que marca a identidade portuguesa: mas o que não pode ser atenuado é o facto de o mar vir ter com Portugal com exigências às quais ou teremos vontade e capacidade de responder com voz própria ou a deriva para destinatários das decisões alheias, em que a nossa voz não será escutada, começará a desenhar-se no horizonte.

POR LUÍS SOUSA

JUP – Uma janela de oportunidade

No início da década de 1990, as Administrações e Juntas Autónomas dos Portos encontravam-se quase desprovidas de ferramentas informáticas. O fluxo de informação inerente à escala de um navio, era complexo e obrigava a repetidas deslocações, chamadas telefónicas e troca de documentos por correio, telex ou telefax.

POR VÍTOR CALDEIRINHA

O Preço Portuário

O preço é o instrumento económico que possibilita a regulação automática do encontro entre a oferta e a procura de um bem, anulando sobras de recursos produzidos ou procura insatisfeita.
Apesar de não serem mecanismos perfeitos, e de poderem ser distorcidos por inúmeras circunstâncias de concorrência imperfeita, monopólio ou intervenção do Estado, os preços têm conseguido desempenhar o seu papel na economia, ao longo dos tempos.

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