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AÇORES

O tempo em que não havia outra coisa: o mar, a terra e a baleia

Começou no século XIX e só terminou mais de cem anos depois. O último cachalote foi caçado nas águas dos Açores há três décadas. Ao longo de dois anos, um realizador açoriano e um investigador lisboeta viajaram por todo o arquipélago para ouvir e gravar as histórias dos baleeiros que ainda restam. Não estão à procura de novos enigmas, só de mergulhar ainda mais neste mistério.

SÃO JACINTO, AVEIRO

Hidroaviões chegaram há 100 anos

O Exército agendou para o período compreendido entre 24 de março e 15 de abril uma série de eventos para assinalar a passagem dos 100 anos da chegada à freguesia da aviação naval, inicialmente a cargo de franceses.

O ponto alto das comemorações será a cerimónia militar do Regimento de Infantaria nº 10, a 4 de abril. Destaque ainda para uma conferência / exposição do centenário, a 12 de abril. A sétima edição da ‘Corrida das Areias, a 15 de abril, também integra o programa.

22 DE MARÇO DE 1921

Ligação Aérea Lisboa-Funchal em hidroavião

Foi a 22 de Março de 1921 que o hidroavião "Felixtowe F3" da Aviação Naval Portuguesa, saindo da doca do Bom Sucesso, em Lisboa pelas 10h e 25 m, amarou no Funchal pelas 17h e 15m. A tripulação era composta pelo capitão de mar e guerra Gago Coutinho, capitão-tenente Sacadura Cabral capitão tenente Ortins Bettencourt e o mecânico francês Roger Suberand. Nesta viagem viria a ser utilizado pela primeira vez o sextante.

ESTÁCIO DOS REIS

Morreu o comandante da história náutica portuguesa

Se hoje conhecemos um nónio de Pedro Nunes, devemo-lo ao comandante e historiador António Estácio dos Reis. Também lhe devemos a descoberta de muitos astrolábios e a revelação de outros segredos da história da marinharia e da instrumentação científica. Estácio dos Reis morreu aos 94 anos.

Academia de Marinha evocou 50 anos da LISNAVE

“A LISNAVE foi o maior êxito internacional da indústria portuguesa e não acho que isto seja um exagero”, admitiu Óscar Mota, engenheiro naval e antigo administrador dos estaleiros de Viana do Castelo, da LISNAVE e da SETNAVE, entre outros cargos, durante uma recente conferência evocativa dos 50 anos da empresa promovida pela Academia de Marinha.

O moliceiro Património Nacional, quando?

Único no país e no mundo, objecto de estudos, livros, teses, publicações, o moliceiro ainda não está inscrito como Património Imaterial Nacional, na Direcção Geral do Património Cultural. Custa a acreditar, mas é verdade.

8 DE FEVEREIRO DE 1828

Nasce Júlio Verne

Júlio Verne escreveu obras de aventura e ficção científica que influenciaram gerações, como "Cinco Semanas em um Balão" (1863), "Viagem ao Centro da Terra" (1864), "Da Terra à Lua" (1865), "Vinte Mil Léguas Submarinas" (1869) e "A Volta ao Mundo em 80 Dias" (1872).

Vinte Mil Léguas Submarinas é uma das obras literárias mais famosas do escritor. Originalmente publicada em forma de uma série no periódico Magasin d'Éducation et de Récréation, de Março de 1869 a Junho de 1870, teve uma edição ilustrada publicada em Novembro de 1871, com 111 ilustrações por Alphonse de Neuville e Édouard Riou.
 

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE SETÚBAL

Planta da Praça e Vila de Setúbal, 1820

"Era também frequente entrarem no porto "inúmeros navios importando para Setúbal diversos produtos de sua primeira necessidade e que, no seu retorno, iam carregados de sal, que assim era exportado para as costas da Bertanha, para Holanda, Suécia e Noruega, por um preço de frete extraordinariamente reduzido, o que de facto animava e favorecia muito a exportação".(...)"

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE SETÚBAL

Forte da Arrábida

"Em 30 de Julho de 1703 surgiu o Regimento de Infantaria nº 7, com a criação de três companhias para guarnecer a praça de Setúbal. Pela organização do Exército de 15 de Novembro de 1707, as três companhias constituíram o núcleo para a formação de Regimento de Infantaria de Setúbal, que veio a denominar-se de Regimento de Infantaria nº 7 aquando da organização de 19 de Maio de 1806, ao qual pertenceu, como cadete, Manuel Maria Barbosa du Bocage..(...)"

VIAJANDO PELA HISTÓRIA DO PORTO DE SETÚBAL

A Barra e o Porto de Setúbal nos finais do século XIX

"A situação económico-financeira era, nos primeiros anos do século XX, catastrófica. Anselmo de Andrade dizia, em 1926, que "Portugal entrou mal na guerra e saiu dela pior", acusando a má gestão do poder central que sobrecarregava de impostos os trabalhadores, permitindo a fuga ao fisco e consequente enriquecimento dos detentores do capital.(...)"

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