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A MODA DE IR À PRAIA

Descobertos os benefícios do Sol, estes «autorizam» mulheres mais descobertas

Com a década de 30 (século XX), os médicos e a sociedade em geral começaram a aperceber-se dos benefícios do Sol, que até aí era “persona non grata” na pele. Ninguém queria estar bronzeado. Agora, o símbolo de uma vivência desafogada era o bronzeado. Como para apanhar Sol o melhor era mostrar a pele, muita pele ficou à mostra: o saiote foi muito reduzido, as cavas mais pronunciadas e o decote aumentado. Um pouco depois surgiram os primeiros fatos-de-banho com costas à mostra.
 

A MODA DE IR À PRAIA

Em 1803 o Bispo de Coimbra já tinha por hábito ir a banhos à Ericeira

Crónica de 1803 mostra que D. Francisco Pereira Coutinho, Bispo de Coimbra, já tinha por hábito «ir a banhos à Ericeira» - e sete anos depois um médico aconselhou D. João VI a tratar de perna infectada por um carrapato numa praia deserta do Rio de Janeiro. A custo aceitou, que tinha medo dos... caranguejos. Colocou então uma condição: entrar na água dentro de um... barril. E foi isso mesmo que aconteceu. Fugira para o Brasil na sequência da invasão francesa de Junot – e governava de lá Portugal devido à doença mental da mãe, D. Maria I.

Scarborough, ontem e hoje

Imagem da praia de Scarborough, no Reino Unido, século XIX. Estas “carroças”, à época chamadas “Bathing Machines” (máquinas do banho) serviam para esconder as mulheres da época, que assim se podiam banhar em privacidade no meio do mar e não desfilando de roupa de banho à vista de todos, o que era considerado um escândalo...

BRASIL

A moda de ir à praia começou como recomendação médica

Até 1810 ninguém tomava banho de mar no Brasil. Mulher nenhuma se esticava na areia de biquíni fio dental até torrar como um camarão. Não tinha futebol ainda e muito menos futebol de areia. Não tinha surf, nem rodinhas de banhistas descansando sob guarda-sóis. Ninguém considerava costumeiro nem civilizado lagartear na areia até 1810. Mas, naquele ano, o rei dom João VI faria um mergulho na Praia do Caju, hoje um lugar degradado na zona portuária do Rio de Janeiro. O monarca estava com a perna infeccionada por causa de um carrapato e seguia orientações médicas. Sem querer, ele inaugurou o costume que hoje lota as praias de banhistas e vendedores de queijo coalho.

A MODA DE IR À PRAIA

D. João VI dentro de um barril com medo dos caranguejos

O traje de banho usado em 1810 por dom João VI não era nada convencional nem mesmo para a época. O rei de Portugal tinha medo dos caranguejos e só aceitou entrar na água dentro de um barril. O recipiente que lhe serviu de roupa tinha o fundo tapado. Na lateral havia um pequeno buraco, por onde a água entrava. Conforme as exigências do monarca, apenas suas pernas podiam ser molhadas.

Da Chata do Tejo à Rasca da Ericeira...

... sem esquecer as Enviadas, o Batelinho da Sacada, o Cule ou as Catraias e o Valboeiro. O Projecto “DORNA” (Desenvolvimento Organizado e Sustentável dos Recursos do Noroeste Atlântico), não só explica tudo como ainda oferece catálogo online.

NAVIOS-MOINHO

O «Bois Rosé»

Em 1923, os engenheiros franceses Constantin e Joessel construíram um barco que navegou no rio Sena movido por uma hélice accionada por um “moinho de vento”, instalado no topo de um mastro. O barco navegava mesmo contra o vento, coisa que muitos físicos tinham por impossível. Na realidade, a demonstração teórica de que uma tal embarcação pode navegar contra o vento não é fácil. Nesta versão o “moinho de vento” era uma hélice do tipo das dos aviões, mas já de passo variável.
 

VIAJOU COM GAGO COUTINHO E AMÁLIA

CARTA DE UM NAVEGANTE PARA O ULTRAMAR - Quando Carlos do Carmo era conferente-animador no «Vera Cruz» e outros mais

Carlos do Carmo ainda não era Carlos do Carmo. Era Carlos Almeida, conferente-animador em navios da marinha mercante portuguesa. Fado só sabia um de cor; cantava-o a par de outras músicas. Passava música na rádio dos navios, anunciava o programa das festas do dia. Viajou com Amália, também com Gago Coutinho. Um dia convidou o almirante a visitar a sala de comando, mas Gago Coutinho não quis: “Agora aquilo é tudo automático, não tem interesse nenhum”…

VIAJANDO PELA HISTÓRIA EM VÍDEOS

Ministro da Marinha visita o navio «Porto de Aveiro»

Almirante Fernando Quintanilha Mendonça Dias, Ministro da Marinha, visita o navio-cisterna "Porto de Aveiro", ancorado no Cais da Rocha de Conde de Óbidos em Lisboa, destinado a transportar vinho para o Ultramar.

DIA MUNDIAL DAS TELECOMUNICAÇÕES

A história dos cabos submarinos em Portugal

Um blog brasileiro chama-lhes "internet debaixo d’água", ou "e-mail submarino". Na "Ilustração Portuguesa" de 28 de Abril de 1913 podemos ler: "O galope do pensamento, o cavalo aereo de que todas as narrativas da juventude nos falam não é nada com o positivo do cabo submarino, a linha das surpresas, que nos faz saber n’um espaço breve as revoluções da Russia, os combates do Japão, os ciclones da America, as fomes da India, as miserias, as grandezas, os crimes, as virtudes do mundo pelo simples movimento de uns aparelhos d’um extremo ao outro do universo. Por isso, ali, n’aquela sala larga da estação do telegrafo submarino, na quinta Nova de Carcavelos, diante dos rapazes que estavam atentos aos seus aparelhos, nós diziamos com uma vaga inveja ao chefe que nos acompanhava: Os Senhores daqui dominam o mundo (...)."

 

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APP lança vídeo “Journey to the center of the world”

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 NRP Sagres Volta ao Mundo 2010

 Se calha a sorte para a Armada…

 A Ver Navios

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 Paquete Infante D. Henrique

 Arte xávega ou companhas das artes – Praia de Mira

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