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POR BERNARDO PIRES DE LIMA

Mare Liberum

Está ao rubro a competição pelos mares na Ásia/Pacífico. Quando entramos na fase de reorientação económica em muitos países da região, depois de décadas de revolução dos seus modelos e sociedades, vale a pena acompanhar a forma como a exposição marítima dos colossos asiáticos vai sendo digerida pelos decisores políticos e militares.

Sabemos que a Índia e a China têm investido fortemente nas suas capacidades navais, sejam de superfície ou submarina, agitando as águas entre si mas também em quem opera à sua volta. A emergência chinesa neste panorama é o principal argumento para Nova Deli definir a sua estratégia naval, embora dê razões de sobra para que outros vizinhos, motivados pela narrativa norte-americana de "pivot" asiático, subscrevam a mesma pressão ao redor de Pequim.

É o que sucede com o estreito de Malaca, o grande polo de ligação entre o Índico, o mar do Sul da China e o Pacífico, e a garantia de rota mais rápida entre os países abastecedores de energia do Médio Oriente e África e as grandes economias asiáticas, como a China, o Japão e a Coreia do Sul.

Pequim usa o estreito para comprar 80% do petróleo que alimenta o seu ritmo económico, enquanto Tóquio sobe a parada para 90%. Nos últimos vinte anos, o trânsito de petróleo feito pelo estreito de Malaca passou de 20% para 33% e, com as tensões soberanistas a aumentar sobre ilhas e zonas económicas, é caso para dizer que está gerado o timing e o sítio mais atrativo para instalar o mercado de defesa nos próximos anos.

Quem confirma isto? Precisamente os três atores em que Malaca assenta. Singapura acaba de comprar uma imponente frota de submarinos à Suécia, a Malásia à França e a Indonésia à Coreia do Sul. Todos se preparam para mais concorrência e poder dos grandes, sobretudo da China. Os europeus podem não investir nas suas capacidades, pagando um preço mais caro no futuro pela perda de influência na competição oceânica em curso, mas sabem bem quem quer comprar. Clientes não faltam.

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Data: 2013-07-23
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