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Os nós de acesso ao mar

Novo estudo aprofundado sobre a economia do mar revela o que todos sabem: há uma atrofia do sector em Portugal. Efetivamente, fazendo bem as contas, é quase incompreensível que a economia do mar se limite a gerar negócios que não ultrapassam os 2,5% do PIB. Uma antiga nação tão voltada para o mar volta-lhe agora as costas, embora se bata, com dados laboriosamente apurados pelos seus cientistas, pela extensão do seu espaço de soberania.

O estudo promovido pela Cotec não se limita a fazer o ponto da situação nem a falar com centenas dos principais protagonistas empresariais no sector. Identifica linhas de atuação imediatas, já que não falta consenso sobre o seu potencial de desenvolvimento económico. O que falta é concretizar um conjunto de ideias, que teimam em não conseguir desatar vários nós paralisadores na construção naval ou nos transportes marítimos, na aquacultura ou na energia offshore, nos novos usos e recursos do mar ou no lazer e turismo marítimo.

O excesso de burocracia que faz, por exemplo, gastar cinco vezes mais tempo para legalizar um negócio de aquacultura em Portugal do que é necessário para o fazer na Noruega leva vezes sem conta à desistência de investidores estrangeiros. A falta de diálogo e de cooperação empresarial entre empresas nacionais, chave para estruturar e potenciar o fortalecimento das diversas fileiras ligadas ao mar, bem como a aversão ao estabelecimento de parcerias empresariais com gente de fora que detém um saber-fazer mais profundo, revelam-se fatais para apresentar novas ideias de negócio a precisar de financiamento adequado. Finalmente, a base financeira está estrangulada e a escassa que existe aguarda a iniciativa criativa do mundo empresarial.

Desatar estes nós não é fácil. Só que a economia do mar em Portugal, estando a um nível tão baixo, tem um verdadeiro mar de negócios à sua frente, que é preciso saber abrir.

EDITORIAL DO "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"




Data: 2012-11-20
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